BOOK
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Visit product page →A well-written, deeply personal saga that acknowledges the resonance of historical identity, art, and literature in our present lives." --KIRKUS REVIEWS
1570: A street teems with activity in Renaissance Lisbon: boatmen unload passengers as jugglers entertain the crowd and vendors hawk their goods. The crowd is large, and more than half of it is Black. Most are enslaved African people performing an array of duties, but there are free Africans too, and somebody else: a Black knight astride a horse.
Four hundred and fifty years later, novelist and journalist Joaquim Arena stands in a museum, transfixed by the character depicted on this canvas by an anonymous Flemish painter. He doesn't know it yet, but the knight is Joao de S Panasco, a one-time slave who nevertheless became an Afro-Portuguese nobleman. So begins Under Our Skin, a wide-ranging investigation that seeks to know the people of the early African diaspora, and tell their stories.
Arena was born in the tiny state of Cape Verde, a small chain of islands off the West Coast of Africa which were uninhabited before Portugal chose them for a slave-trade post--a place made famous in part by Herman Melville's essay on the nature of Cape Verdeans (known as 'Gees') who were common fixtures on whaling vessels.
With this awareness, Arena creates a hybrid text of travel writing, memoir, and history, filled with portraits of complex and fascinating characters. There is Dido Elizabeth Belle, the daughter of a slave raised a gentlewoman in England; Abraham Petrovitch Gannibal, abducted from Africa as a boy, only to be groomed as a nobleman under Peter the Great; Thomas-Alexandre Dumas, son of a Haitian slave, who became a French general in the Napoleonic Wars; Jacobus Capitein, from Ghana, who studies at a European university only to become a pro-slavery Christian minister in the Netherlands; and Carlos Marcelino -
Visit product page →Author Mia Couto, Language: Portuguese
Em 2008, quando Mia Couto participava da expedição de uma equipe de estudos ambientais ao norte de Moçambique, começaram a ocorrer na região ataques de leões a pessoas. Essa experiência inspirou o autor a escrever este romance singular.
Em A confissão da leoa, uma aldeia moçambicana é alvo de ataques mortais de leões provenientes da savana. O alarme chega à capital do país e um experimentado caçador, Arcanjo Baleiro, é enviado à região. Chegando lá, porém, ele se vê emaranhado numa teia de relações complexas e enigmáticas, em que os fatos, as lendas e os mitos se misturam.
Uma habitante da aldeia, Mariamar, em permanente desacordo com a família e os vizinhos, tem suas próprias teorias sobre a origem e a natureza dos ataques das feras. A irmã dela, Silência, foi a vítima mais recente.
O livro é narrado alternadamente pelos dois, Arcanjo e Mariamar, sempre em primeira pessoa. Ao longo das páginas, o leitor fica sabendo que eles já tiveram um primeiro encontro muitos anos atrás, quando Mariamar era adolescente e o caçador visitou a aldeia.
O confronto com as feras leva os personagens a um enfrentamento consigo mesmos, com seus fantasmas e culpas. A situação de crise põe a nu as contradições da comunidade, suas relações de poder, bem como a força, por vezes libertadora, por vezes opressiva, de suas tradições e mitos.Autor
Mia Couto, pseudónimo de António Emílio Leite Couto (Beira, 5 de Julho de 1955), é um biólogo e escritor moçambicano.
Mia nasceu e foi escolarizado na Beira. Adotou o nome porque tinha uma paixão por gatos e porque o seu irmão não sabia pronunciar o nome dele.
Com catorze anos de idade, teve alguns poemas publicados no jornal Notícias da Beira e três anos depois, em 1971, mudou-se para a cidade capital de Lourenço Marques (agora Maputo). Iniciou os estudos universitários em medicina, mas abandonou esta área no princípio do terceiro ano, passando a exercer a profissão de jornalista depois do 25 de Abril de 1974.
Foi nomeado diretor da Agência de Informação de Moçambique (AIM) e formou ligações de correspondentes entre as províncias moçambicanas durante o tempo da guerra de libertação. A seguir trabalhou como diretor da revista Tempo até 1981 e continuou a carreira no jornal Notícias até 1985. Em 1983, publicou o seu primeiro livro de poesia, Raiz de Orvalho, que inclui poemas contra a propaganda marxista militante. Dois anos depois, demitiu-se da posição de diretor para continuar os estudos universitários na área de biologia.
Além de considerado um dos escritores mais importantes de Moçambique, é o escritor moçambicano mais traduzido. Em muitas das suas obras, Mia Couto tenta recriar a língua portuguesa com uma influência moçambicana, utilizando o léxico de várias regiões do país e produzindo um novo modelo de narrativa africana. Terra Sonâmbula, o seu primeiro romance, publicado em 1992, ganhou o Prémio Nacional de Ficção da Associação dos Escritores Moçambicanos em 1995 e foi considerado um dos dez melhores livros africanos do século XX por um júri criado pela Feira do Livro do Zimbabué.Language Portuguese Print length 272 pages ISBN-10 9722125672 ISBN-13 978-9722125673 -
Visit product page →Author: Mia Couto, Language: Portuguese,
O primeiro incidente militar numa aldeia do Norte de Moçambique marca, em agosto de 1914, o início da Primeira Guerra Mundial no continente africano.
Esse inesperado episódio despoleta, para além disso, uma série de misteriosos eventos que culminam com o desaparecimento da escrita no mundo. Livros, relatórios, documentos, fotografias, mapas surgem deslavados e ninguém mais parece ser capaz de dominar a arte da escrita. Os habitantes dessa aldeia são chamados a restabelecer a ordem no mundo, ensinando aos europeus o ofício da escrita e as artes da navegação.Autor
Mia Couto nasceu na Beira, Moçambique, em 1955. Foi jornalista e professor, e é, atualmente, biólogo e escritor. Está traduzido em diversas línguas.
Entre outros prémios e distinções (de que se destaca a nomeação, por um júri criado para o efeito pela Feira Internacional do Livro do Zimbabwe, de Terra Sonâmbula como um dos doze melhores livros africanos do século XX), foi galardoado, pelo conjunto da sua já vasta obra, com o Prémio Vergílio Ferreira 1999 e com o Prémio União Latina de Literaturas Românicas 2007. Ainda em 2007 Mia foi distinguido com o Prémio Passo Fundo Zaffari & Bourbon de Literatura pelo seu romance O Outro Pé da Sereia. Jesusalém foi considerado um dos 20 livros de ficção mais importantes da «rentrée» literária francesa por um júri da estação radiofónica France Culture e da revista Télérama. Em 2011 venceu o Prémio Eduardo Lourenço, que se destina a premiar o forte contributo de Mia Couto para o desenvolvimento da língua portuguesa. Em 2013 foi galardoado com o Prémio Camões e com o prémio norte-americano Neustadt. Em 2015 foi finalista do The Man Booker Prize.
O seu livro Compêndio para Desenterrar Nuvens ganhou o Grande Prémio do Conto Branquinho da Fonseca APE | Câmara Municipal de Cascais | Fundação D. Luís I, 2023.
Já em 2024 obteve o Prémio Feira Internacional do Livro de Guadalajara (México).Idioma: Português Dimensões: 137 x 213 x 21 mm Encadernação: Capa mole Páginas: 328 ISBN: 9789722133111 -
Visit product page →Author: Jay Shetty translated to Portuguese by Alexandra Guimarães
Inspirado na antiga sabedoria védica e em descobertas científicas atuais, Jay Shetty traz uma nova perspectiva sobre o amor e os relacionamentos
"O amor é um esforço diário. Neste livro, quero desenvolver com você o hábito do amor. Vou apresentar práticas, atitudes e ferramentas que vão ajudá-lo a amar de uma forma que traz recompensas diárias, estação após estação.” – Jay Shetty
Ninguém nos ensina a amar. Por isso, entramos nos relacionamentos sem modelos reais, acreditando nas histórias românticas de livros e filmes. Até agora.
Neste livro, Jay Shetty nos mostra com muita sabedoria e conselhos práticos como compreender o amor, cultivá-lo diariamente e vivê-lo em sua plenitude.
A partir de 8 regras fundamentais, que incluem aprender a ficar sozinho, a crescer ao lado do parceiro e a definir os limites do relacionamento, vamos descobrir como encontrar – em nós mesmos e nos outros – o amor que desejamos.
Fugindo de clichês batidos e ideias abstratas, Shetty aborda o ciclo completo dos relacionamentos: os primeiros encontros, a convivência e as crises – e, às vezes, o rompimento e a volta por cima.
Ele também ensina o que fazer para não cairmos em falsas promessas nem nos contentarmos com parceiros com quem não vivemos uma profunda conexão.
English summary
Rules of Love: How to Find It, Keep It, and Let It Go by Jay Shetty, outlines a structured approach to romantic relationships, arguing that love is a skill developed through practice rather than just a fleeting emotion. The book provides a guide for building lasting love by preparing oneself through self-love, navigating conflict constructively, and aligning relationships with personal purpose and growth.
Print length 334 pages ISBN-13 978-6555647945 -
Visit product page →Author: George Orwell translate to Portuguese.
O ano é o de 1984 e o mundo está irreconhecível. Encerrado nos confins do Departamento de Registos do Ministério da Verdade – «uma enorme estrutura piramidal de betão branco cintilante que se erguia a trezentos metros de altura» –, Winston Smith reescreve com mestria o passado, de forma que este se adapte às necessidades do Partido. No seu íntimo, contudo, Smith rebela-se contra a ordem totalitária que domina a sua vida, que exige obediência absoluta e que o controla através dos telecrãs – «enquanto permanecesse no campo de visão da placa metálica, poderia ser não só ouvido, como visto» –, o jugo do olho vigilante do Grande Irmão, personificação simbólica do líder do Partido. O diário que Smith está prestes a iniciar é decididamente contra as regras – a vigilância em massa é a única lei e a Polícia do Pensamento tem como função garantir que o pensamento individual é totalmente erradicado –, mas, assim que começa a escrever, a semente de revolta começa a brotar dentro de si. Na sua ânsia por verdade e por liberdade, Smith conhece Julia, e ambos se apaixonam. Dão início a um romance secreto, e proibido, mas já nada pode ser mantido em segredo e ambos serão forçados a enfrentar consequências mais aterradoras do que qualquer um deles poderia imaginar. «A distopia é o retrato do nosso futuro?», questiona Francisco Louçã no prefácio desta edição especial. Agora com o traço genial das ilustrações de André Carrilho, 1984, obra-prima de George Orwell, é talvez o mais imortal dos romances do século XX. A sua relevância faz prova da vitalidade da escrita de Orwell e a obra permanece como um alerta cujo ímpeto cabe a todos nós preservar.
ISBN : 9789722541121
IDIOMA : Português (PT)
ENCADERNAÇÃO : Brochura
PÁGINAS : 368
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